Dicas

Este espaço reservarmos para profissionais selecionados com muito carinho pela Escola Primeiro Passo nas seguintes áreas: Psicologia, Pediatria, Odontologia, Pedagogia e Fonoaudiologia.
Dicas saborosas e nutritivas ficaram a cargo do Engenheiro Agronônomo e da Nutricionista (responsáveis pela Horta Orgânica e cardápio da nossa Escola).
São informações que têm como objetivo esclarecer pequenas dúvidas comuns na fase de desenvolvimento de crianças de 0 a 6 anos.

Quarta-Feira dia 13/03/2013 às 08h01

A INEVITÁVEL SEPARAÇÃO

A INEVITÁVEL SEPARAÇÃO “A qualidade da relação entre mãe e filho é a chave para facilitar o retorno da mãe ao trabalho” O retorno da mãe ao trabalho é um capítulo marcante na vida da mulher e da criança. Depois de passar pelo menos os quatro meses de licença-maternidade juntos dia e noite, é hora da “primeira grande separação”. Em geral, o período é marcado por expectativa, stress e angústia por parte da mãe. Primeiro porque ela terá de dividir o acompanhamento do filho com outra pessoa – seja a babá, seja um parente, seja uma berçarista. A escolha da melhor opção gera incertezas. Mesmo depois da decisão, ainda paira a dúvida se ela foi correta ou não. Sempre haverá inquietações sobre a reação do bebê. É comum a mãe se preocupar com a possibilidade de a criança se apegar mais à pessoa que ficará tomando conta dela. Também há ainda a expectativa da volta ao mercado de trabalho. Afinal, no tempo em que passou afastada, a mãe se dedicou quase exclusivamente à criança. Seu universo foi preenchido por fraldas, amamentação e cólicas. Como encarar de novo a mesa do escritório, as novidades e, ainda por cima, conviver com a saudade do bebê que deixou em casa ? Na verdade, os efeitos da primeira separação dependerão muito da maneira como a mamãe administra a relação com o bebê. O cuidado da escolha de quem cuidará do bebê e a certeza de que ele estará em mãos seguras não neutralizam, na maioria das vezes, o sentimento de culpa que boa parte das mães experimenta ao retomar às atividades profissionais. Na opinião de Anne Lise Silveira Scappaticci, professora de terapia familiar da Universidade de São Paulo é possível amenizar esse sentimento característico. Trabalhar a ansiedade e se apoiar no vínculo que estabeleceu com o filho nos meses em que puderam estar juntos é a recomendação dada pela psicanalista. Ela garante que, se o contato inicial entre os dois foi bom, prazeroso e especial, o bebê terá uma base sólida para tolerar essa separação, que é puramente física. E, é claro, as mães devem fazer o possível para passar boa parte do tempo livre com a criança, por mais cansadas que estejam. “A mãe é insubstituível. A criança pode se divertir à vontade no Berçário, ser apegada a uma funcionária em especial e com ela dar grandes risadas, mas o sorriso que ela esboçará ao ver o rosto da mãe é diferente, é iluminado”. O Berçário bem escolhido oferece socialização adequada e estímulos que facilitam o desenvolvimento emocional e intelectual da criança isso sem contar o amor e o carinho indispensáveis a esse crescimento sadio! Matéria da Revista Isto é – Edição Especial Equipe Primeiro Passo

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