Dicas

Este espaço reservarmos para profissionais selecionados com muito carinho pela Escola Primeiro Passo nas seguintes áreas: Psicologia, Pediatria, Odontologia, Pedagogia e Fonoaudiologia.
Dicas saborosas e nutritivas ficaram a cargo do Engenheiro Agronônomo e da Nutricionista (responsáveis pela Horta Orgânica e cardápio da nossa Escola).
São informações que têm como objetivo esclarecer pequenas dúvidas comuns na fase de desenvolvimento de crianças de 0 a 6 anos.

Quarta-Feira dia 13/03/2013 às 07h59

UM PERÍODO DE ADAPTAÇÃO

UM PERÍODO DE ADAPTAÇÃO Sempre que me deparo com essa expressão, em várias situações diferentes do mundo adulto, percebo que na maioria das vezes trata-se de uma condição para que algo dê certo, de fato. Mas seria um período de adaptação, ou de construção? Construção de novos vínculos, manutenção de vínculos antigos, apresentações. Apresentação do novo e do velho. Do velho, pois as crianças depois das férias dificilmente são as mesmas de quando saíram. Muitas já voltam das férias, engatinhando, andando, balbuciando, se colocando verbalmente melhor... Enfim Estou tentando entrar de forma sensibilizadora em uma questão na qual o “tempo de adaptação” requer o cuidado, o ritmo e a doçura de uma poesia. Falar de adaptação implica falarmos em Parcimônia(Ato de poupar, economia). Na escola, os novos alunos passam a vivenciar um período diário de ausência da mãe, pai, irmãos, outros familiares e/ou cuidadores com quem construíram uma vivência minuto a minuto desde seu nascimento, com sinais de segurança e amor estabelecidos, entendidos e incorporados. Essas crianças passam por uma mudança total de hábitos e experimentam, claro, um pouco de indignação: por que me deixaram aqui? Abandono: Não conheço ninguém, minha mãe me deixou aqui sozinho. Ela sumiu! Uma boa adaptação começa na confiança que os pais e/ou cuidadores têm na escola que essa criança ingressa. É esta confiança que servirá como medida de segurança ou insegurança para a criança construir suas primeiras experiências de corpo discente. Os primeiros contatos podem dar o tom de toda a prosa. A confiança deve ser mútua e para isso a escola precisa de profissionais sensíveis que conheçam profundamente o desenvolvimento infantil e a palavra “compaixão”. Brazelton (2002) lembra que as crianças de hoje quase não têm oportunidade de vivenciar e aprender a compaixão que poderá ser experenciada através do respeito ao tempo de cada um. Todo mundo é diferente, sendo igual. O acolhimento deve acontecer de todos os lados: os pais acolhem a escola, a escola acolhe a criança, a escola acolhe os pais, os pais acolhem a criança… e assim pode acontecer o aval dos adultos para a vida social dos filhos. Faço um convite: mantenham conduta amorosa, acolhedora e lúdica. Muitos brinquedos, mãos estendidas, cantorias, abraços tudo disponível em atividades adequadas e agradáveis. Tenham compaixão todo o tempo. Façam um resgate das experiências de acolhimento que tiveram nos momentos de desafio e depois me contem... Afinal a adaptação é de todos os envolvidos. Boa Aula! Amay de P.S. Barros Psicóloga CRP 06-64306

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